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Quando o Nubank começou sua trajetória, sabíamos que não bastava só escalar infraestrutura: era preciso fazer isso com previsibilidade, clareza e simplicidade. Escolher o Clojure foi parte desse caminho, porque a linguagem funcional traz ideias como imutabilidade, um ecossistema com feedback rápido via REPL, e exploração de problemas com elegância, que casam muito bem com o que buscamos construir.
A Cognitect, entidade que mantém Clojure e Datomic, foi parceira indireta nessa cultura de engenharia que valoriza não só “o que entregamos”, mas “como entregamos”.
É com esse sentimento que anunciamos a segunda edição da Clojure South, marcada para os dias 6 e 7 de outubro de 2025, em São Paulo, organizada pelo Nubank. A conferência nasce para ser um momento de conexão, aprendizado prático e troca entre quem já está usando Clojure & Datomic, quem está curioso, quem está pensando em adotar, ou simplesmente quer evoluir como desenvolvedor.
O que esperar da programação
A agenda da Clojure South é pensada para entregar valor desde o primeiro momento, com conteúdos práticos, talks inspiradores e espaço para reflexão técnica. No dia 6 de outubro, teremos workshops desenhados para diferentes níveis.
Pela manhã, o workshop de introdução ao Clojure, conduzido por Christoph Neumann, Clojure Developer Advocate, será uma imersão prática para quem quer aprender a linguagem desde o essencial: sintaxe, estruturas de dados imutáveis, REPL-driven development. Haverá live coding e exercícios que vão fazer com que, ao final, você escreva seus próprios programas em Clojure.
Após o almoço, haverá o workshop de Datomic, ministrado por Carolina Silva e Hanna Figueiredo, Software Engineers. Nele, vamos explorar o Datomic como banco de dados orientado a fatos e veremos transações, consultas Datalog, como lidar com dados no tempo, e como o modelo de dados imutáveis possibilita outra forma de pensar histórico, auditoria e evolução de sistemas.
No dia 7 de outubro, a conferência contará com apresentações inspiradoras de palestrantes brasileiros e internacionais. Entre as keynotes, Alessandra Sierra, Principal Software Engineer, vai refletir sobre os 12 anos de trajetória da biblioteca de Componentes em sua palestra “12 Anos de Component”. Já Alex Miller, também Principal Software Engineer, explorará a “Alegria dos Dados”, mostrando como o Clojure facilita tratar dados como valores que podem ser transformados e compostos de maneira fluida.
Durante os dois dias, haverá tradução simultânea em português, espanhol e inglês, garantindo que o idioma nunca seja uma barreira para a participação. A programação também incluirá momentos de conexão informal, como welcome coffee, coffee breaks e um happy hour, todos pensados para fortalecer os laços entre participantes, palestrantes e empresas.
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Por que isso faz diferença
A programação traz duas dimensões que têm muito valor. A primeira é a experiência prática: workshops oferecem algo que vai além de ouvir falar: são momentos de aplicar, errar, testar e aprender. Isso ajuda a internalizar conceitos que muitas vezes ficam apenas no campo teórico.
A segunda é a visibilidade real: ver como empresas aplicam Clojure & Datomic em produção, entender desafios concretos e aprender com quem já fez. Isso ajuda a reduzir o gap entre “curiosidade” e “adoção”, tanto em times pequenos quanto em grandes organizações.
A Clojure South 2025 vai acontecer no escritório do Nubank (Spark), que fica na Av. Manuel Bandeira, 346 — Vila Leopoldina, São Paulo. O escritório, além de ter uma ótima estrutura interna, fica em uma região com muitos hotéis, transporte público acessível e logística pensada para facilitar chegada e estadia.
O site oficial já mostra todas as informações sobre credenciamento, custos de ingresso, opções de alimentação, detalhes do local e como chegar.
Conclusão
Organizar a Clojure South, para o Nu, é uma forma de materializar algo em que acreditamos: que tecnologia tem impacto quando vai além do código e envolve cultura, comunidade e experiências compartilhadas. Queremos contribuir para que Clojure e Datomic sejam mais acessíveis e conhecidos, porque são ferramentas úteis para construir sistemas complexos e em constante evolução.
Se você já programa em Clojure, ou está pensando em explorar a programação funcional, ou mesmo se quer conhecer soluções técnicas que enfrentam desafios reais de escala e evolução, a Clojure South é para você. As inscrições já estão abertas! Venha para São Paulo em outubro, traga sua curiosidade, seus desafios, e vamos dar início a uma nova etapa para a comunidade de Clojure na América do Sul.
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