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Escrito por: Filipe Andrade e Keith Harper
“The Hammock” é um podcast no qual engenheiros podem fazer uma pausa, deixando suas mentes vagarem livremente enquanto ouvem conversas com conteúdo relevante para a comunidade de desenvolvimento de software.
No segundo episódio, a conversa se aprofunda em torno de alguns temas centrais: crescimento pessoal, equilíbrio, resolução de problemas e comunicação eficaz. Desta vez, Filipe Andrade, engenheiro chefe de software, recebe Keith Harper, engenheiro de software, para uma conversa enriquecedora.
Este artigo explora o segundo episódio de “The Hammock”, que aborda alguns aspectos da jornada de crescimento profissional no Nubank, onde o conhecimento técnico se funde com o desenvolvimento pessoal, e se busca um delicado equilíbrio entre aspirações profissionais e crescimento filosófico.
Descubra como Filipe e Keith se envolvem em uma conversa profunda sobre suas experiências, insights e estratégias enquanto navegam pelas complexidades do crescimento pessoal e profissional.
Você pode ouvir o podcast “The Hammock” nos seguintes canais: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Amazon Music e Anchor.
A fome de crescimento: definindo o sucesso e abraçando a melhoria contínua
Na primeira parte da entrevista, Filipe e Keith exploram a fome insaciável por crescimento. Eles contemplam o conceito de “bom o suficiente” e se o crescimento tem limites. Filipe coloca questões instigantes, desafiando a noção de fome eterna e as implicações que esta tem na satisfação pessoal e profissional. Já Keith introduz a ideia de que o crescimento vai além das conquistas externas, focando no desenvolvimento interno e em tornar-se a melhor versão de si mesmo. Eles enfatizam a importância da autorreflexão e do estabelecimento de metas claras que se alinham com os valores pessoais.
O inquérito de Filipe sobre o significado de “bom o suficiente” suscita uma discussão perspicaz sobre o equilíbrio entre o contentamento e a motivação para a melhoria contínua. Keith reflete sobre sua crença na busca constante pelo crescimento e no desafio ao status quo. Ele reconhece que definir o que é “bom o suficiente” pode variar de pessoa para pessoa, mas afirma que o crescimento pessoal é uma jornada ao longo da vida que nunca deve estagnar.
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Ato de equilíbrio: crescimento pessoal e sucesso financeiro em simbiose
Filipe e Keith direcionam a conversa para o delicado equilíbrio entre crescimento pessoal e sucesso financeiro. Eles reconhecem o papel do dinheiro na sociedade moderna, mas enfatizam que este não deve definir a bondade de uma pessoa. Também exploram os desafios de conciliar a estabilidade financeira e o crescimento filosófico, discutindo como os indivíduos podem encontrar um equilíbrio entre as suas atividades orientadas ao rendimento financeiro e as suas aspirações de evolução pessoal.
Keith enfatiza que a busca pelo sucesso financeiro não deve ser desvinculada dos valores e do crescimento pessoal. Ele acredita que os dois aspectos podem funcionar em simbiose, com a estabilidade financeira apoiando o desenvolvimento pessoal e vice-versa. Embora reconheça a necessidade de dinheiro para satisfazer necessidades práticas como a educação ou a compra de uma casa, Filipe destaca que o dinheiro por si só não garante a realização pessoal. A discussão ressalta a importância de alinhar as metas financeiras com os ideais filosóficos e, ao mesmo tempo, encontrar um equilíbrio harmonioso entre as realizações profissionais e o crescimento pessoal.
O poder da intenção e a arte de questionar
Nesta parte da entrevista, Filipe e Keith mergulham no poder da intenção e na arte de fazer perguntas. Eles traçam paralelos entre as práticas de desenvolvimento de software e a busca pelo crescimento pessoal. Keith apresenta o método socrático, enfatizando seu papel na busca da verdade tanto no contexto profissional quanto no pessoal. Eles discutem a importância da ação intencional e da exploração de soluções alternativas.
A conversa é centrada na ideia de que a ação intencional envolve a tomada de decisões ponderadas e a consideração das consequências das escolhas de alguém. Keith descreve o método socrático como uma ferramenta poderosa para descobrir a verdade e obter uma compreensão mais profunda. Ao fazer perguntas significativas, os indivíduos podem desafiar suposições, ampliar perspectivas e descobrir novos insights. Esta abordagem promove o pensamento crítico, incentiva a exploração de diferentes caminhos e, por fim, alimenta o crescimento pessoal e profissional.
O conflito como catalisador: enfrentando desafios para o crescimento pessoal e profissional
Filipe e Keith compartilham as suas perspectivas sobre os conflitos e o seu potencial como catalisadores de crescimento pessoal e profissional. Eles relatam experiências pessoais e discutem estratégias para lidar com conflitos nos relacionamentos e nos ambientes de trabalho. Além disso, enfatizam a importância de manter linhas de comunicação abertas, abordar os conflitos com uma mentalidade orientada para o crescimento e procurar soluções que promovam a compreensão e o desenvolvimento mútuos.
Eles discutem a importância de refletir sobre os conflitos e identificar as suas causas principais. Keith destaca a importância de compreender que os conflitos não são inerentemente negativos, e em vez disso podem servir como oportunidades de crescimento pessoal e profissional, ao mesmo tempo que fortalecem os relacionamentos. A conversa enfatiza o valor da resolução de conflitos como meio de desenvolvimento pessoal e profissional, oferecendo oportunidades de autorreflexão, melhoria de comunicação e aumento de resiliência.
Abraçando a adversidade: dragões como caminhos para a transformação pessoal
Filipe e Keith exploram o conceito de adversidade e o seu potencial transformador. Eles traçam paralelos entre os desafios da vida e os dragões míticos encontrados em contos heroicos. A discussão enfatiza a importância de enfrentar os dragões da vida, em vez de fugir ou evitar situações difíceis.
Keith traz a perspectiva de Jordan Peterson, destacando a importância de enfrentar desafios como uma parte essencial do crescimento pessoal. Ele descreve o impacto psicológico de evitar desafios, o que desencadeia uma sensação de perigo e inibe o crescimento. Ao optar por enfrentar a adversidade e envolver-se na autorreflexão, os indivíduos podem navegar pelas situações desafiadoras, aprender com elas e emergir mais fortes. Filipe acrescenta que lidar com problemas complexos muitas vezes requer considerar múltiplas alternativas e depois encontrar a melhor solução entre várias possibilidades.
Cultivando uma cultura de crescimento: lições da jornada do Nubank
Na parte final da entrevista, Filipe e Keith refletem sobre a cultura de crescimento do Nubank e seu impacto no desenvolvimento pessoal e profissional. Eles enfatizam a importância da melhoria contínua, promovendo um ambiente onde os indivíduos possam prosperar e nutrindo uma cultura de aprendizagem e colaboração.
Keith destaca a importância de adotar uma mentalidade construtiva e buscar ativamente maneiras de aprimorar habilidades e adquirir conhecimento. Ele discute o poder da ação intencional e a necessidade de aproveitar oportunidades de crescimento, tanto individualmente quanto em equipe. Filipe compartilha seu apreço pela cultura do Nubank, que incentiva o diálogo aberto, desafia o status quo e valoriza o desenvolvimento pessoal aliado ao sucesso profissional.
Conclusão
A entrevista com Filipe e Keith proporciona uma visão esclarecedora de vários aspectos do crescimento pessoal e profissional. Através das suas discussões, aprendemos que o sucesso vai além das conquistas externas e da estabilidade financeira. Ele abrange crescimento pessoal, autorreflexão e compromisso com a melhoria contínua.
Equilibrar as aspirações pessoais e profissionais requer ação intencional, capacidade de encarar os conflitos como oportunidades de crescimento e coragem para enfrentar de frente os desafios da vida. À medida que o Nubank continua a evoluir, ele se mostra uma prova do poder de cultivar uma cultura de crescimento e de nutrir os indivíduos para que realizem todo o seu potencial.
Que suas visões inspirem todos nós a embarcar em nossos próprios caminhos únicos de crescimento, transformação pessoal e conquistas significativas.
Sobre “The Hammock”
“The Hammock” é um podcast desenvolvido e produzido por alguns engenheiros do Nubank, incluindo Filipe Andrade, engenheiro-chefe de software; Robert Randolph, gerente de engenharia; Christian Romney, diretor de engenharia; e Jaret Binford, gerente sênior de produto.
O nome “The Hammock” pretende capturar a essência da filosofia de Rich Hickey de fazer uma pausa para contemplar problemas complexos. Com seu lançamento, o Nubank pretende explorar ideias inovadoras, tendências tecnológicas em evolução e destacar a inovação que está ocorrendo em suas próprias fileiras.
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