O Nubank nasceu digital. Tudo aqui é feito através do nosso aplicativo – sem burocracia, papelada ou visitas desnecessárias a uma agência bancária. Isso basicamente significa mais conveniência para nossos clientes e menos impacto no meio ambiente.

No entanto, menos impacto não significa que não haja impacto – e não nos contentaremos com isso.

Estamos comprometidos em seguir as melhores práticas de governança ambiental, social e corporativa (ESG) em nossa operação. É por isso que temos o prazer de anunciar que, em agosto de 2020, o Nubank atingiu emissões líquidas zero de carbono.

Agora, todo o dióxido de carbono (CO2) que emitimos no desempenho de nossas atividades é compensado através do apoio a projetos que evitam a emissão desse gás.

O que significa alcançar emissões líquidas zero de carbono?

Alcançar emissões líquidas zero de carbono significa que todo o dióxido de carbono emitido por uma empresa (ou pessoa, cidade, país) é neutralizado por outras ações que removem CO2 da atmosfera ou impedem que ele seja liberado, como plantar árvores, usar fontes de energia renováveis ou prevenir o desmatamento. 

Embora o Nubank seja uma empresa digital, quase todas as nossas atividades têm algum impacto ambiental: a produção e entrega de cartões aos nossos clientes, os servidores que mantêm nosso aplicativo online, a energia usada pelos Nubankers enquanto trabalham… Todos esses processos, direta ou indiretamente, emitem CO2 na atmosfera.

Como essas atividades são essenciais para nossas operações, o Nubank precisava encontrar uma forma de reduzir e compensar tais emissões.

Por isso fizemos parceria com três projetos no Brasil e um no México – países onde o Nubank tem clientes – cujas atividades geram créditos de carbono para compensar nossas emissões:

todo o CO2 que o Nubank emite “menos” todo o CO2 que nossos parceiros oferecem como créditos equivale a zero emissão líquida de carbono.

Conheça nossas oportunidades

Quais projetos o Nubank está apoiando?

Por ser uma empresa global, o Nubank possui parceiros em diferentes regiões:

  • Cerâmica Buenos Aires (Pernambuco, Brasil): fábrica de tijolos que desde 2010 substitui o uso de madeira nativa do bioma Caatinga por biomassa, fonte de energia renovável.
  • Cerâmica Luara (São Paulo, Brasil): fábrica de tijolos que substitui o uso de madeira nativa do bioma Cerrado por biomassa.
  • Cerâmica Maracá (Minas Gerais, Brasil): fábrica de tijolos e telhas que também substitui madeira nativa do bioma Cerrado por biomassa.
  • Utsil Naj (México): projeto que oferece fornos mais eficientes para famílias que vivem na pobreza, reduzindo consideravelmente o uso de madeira e economizando 16,6 toneladas de madeira por ano.  
Equipe da Cerâmica Maracá, de Minas Gerais, Brasil: substituindo o uso de madeira da vegetação nativa do Cerrado por biomassa. (Crédito: Cerâmica Maracá)

Assim como o Nubank usou a tecnologia para reinventar um sistema financeiro burocrático e caro, esses projetos estão usando a inovação energética para tornar suas operações mais eficientes e sustentáveis.

Esses projetos não só têm um impacto ambiental positivo, mas também impactam as comunidades locais com projetos que melhoram a vida das pessoas – relacionados à educação, saúde, esportes e emprego.

Por que o Nubank está compensando as emissões de carbono?

Um dos nossos valores é “pensamos e agimos como proprietários”. Isso inclui devolver às pessoas o controle sobre o seu dinheiro, desenvolver produtos financeiros justos e fáceis de usar e também reconhecer o impacto ambiental do nosso trabalho – principalmente, procurar formas de reduzi-lo e compensá-lo.

Como somos digitais, nosso impacto no meio ambiente é muito menor do que a pegada deixada pelas instituições financeiras tradicionais. Poderíamos ter nos mantido nesse status quo, mas não é assim que trabalhamos aqui.

Zerar nossas emissões de carbono é mais um passo que demos para construir um mundo mais simples, humano e sustentável – um mundo mais parecido com o Nubank. 

Leia a carta aberta do fundador e CEO do Nubank David Vélez aqui.

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